quinta-feira, 4 de novembro de 2010

PAM

Concurso da Divisão

Formamos 5 equipas com 5 elementos e os respectivos chefes:

Equipa 1 - Susana
Equipa 2 - Vitor
Equipa 3 - Ana Catarina
Equipa 4 - João
Equipa 5 - Rafael

Cada chefe seleccionou, nos dias de concurso um elemento da sua equipa e cada um resolveram num tempo estipulado uma divisão.

No fim do concurso obtiveram-se os seguintes resultados:

Equipa 1 - Susana 10 pontos
Equipa 2 - Vitor 7 pontos
Equipa 3 - Ana Catarina 10 pontos
Equipa 4 - João 3 pontos
Equipa 5 - Rafael 9 pontos

As equipas vencedoras foram as equipas da Catarina e da Susana com 10 pontos cada uma.

Problema do mês:

Na sala do Francisco os alunos estão distribuídos por mesas individuais e organizados em filas. Todas as filas têm o mesmo número de lugares e todos os lugares estão ocupados.
O Francisco tem:
- Um aluno à sua frente
- Dois alunos atrás de si
- Quatro alunos à sua direita e nenhum á sua esquerda

Quantos alunos há na turma do francisco?


Dos 25 Tagarelinhas apenas 3 participaram na resolução do problema do mês. Ficam duas resoluções apresentadas e apelo à colaboração de mais Tagarelinhas na resolução do prblema do mês...

O SOLDADINHO DE CHUMBO

No dia 26 de Outubro deslocamo-nos ao CRE na nossa escola para ouvir a história "Soldadinho de Chumbo" de Hans Christian Andersen, contada pela professora Emília Fernandes. Depois fizemos a dobragem do barquinho e desenhamos um soldadinho que colocamos dentro dos nossos barquinhos.
A seguir desenhamos uma paisagem marítima numa folha branca A# onde colamos os nossos barquinhos, bem como o reconto da história que fizemos em grupo.

Apreciem...

Era uma vez um menino que fazia anos.
Os familiares preparam-lhe uma festa de aniversário, onde ele recebeu muitos presentes. Mas, um foi especial: uma caixa com vinte e cinco soldadinhos de chumbo. Eles estavam muito direitinhos e tinham uma farda vermelha e azul com uma arma ao ombro. Porém, um deles não tinha uma perna.

O menino colocou o soldadinho de chumbo em cima da mesa, onde se encontravam outros brinquedos dos quais se destacava um lindo palácio feito de papel. Esse palácio tinha bandeiras a enfeitar os telhados e um jardim magnífico com um lago onde habitavam belos cisnes. Na porta do palácio dançava uma jovem e bela bailarina.

O soldadinho de chumbo viu a bela bailarina e logo ficou apaixonado.
À meia-noite os brinquedos começaram a mexer-se e a brincar. Uns brincavam à bola, outros brincavam à guerra e à luta. Mas a pequena bailarina e o soldadinho de chumbo continuaram imóveis. A pequena bailarina continuava com a sua perna no ar e a outra no chão. E o soldadinho de chumbo sempre firme com a única perna no chão.
O soldadinho de chumbo estava tão apaixonado pela bailarina que não deixava de olhar para ela. De repente, a caixa de rapé saltou e de lá saiu um duende, que também gostava da bailarina e disse:
- A pequena bailarina não é tua!
O soldadinho de chumbo fingiu não ter ouvido mas disse:
- Então espera até amanhã e verás...


Na manhã seguinte o menino pousou o soldadinho à frente da janela e o vento ou o duende abriram a janela e este caiu do terceiro andar para o chão da rua.
A criada e o menino desceram e foram procurar o soldadinho. Eles estavam quase a pisá-lo, mas não o encontraram. Os dois ficaram tristes e regressaram a casa sem o soldadinho de chumbo.

O soldadinho de chumbo devia ter pedido ajuda e gritar por socorro mas não o fez, porque ele era um soldado e tinha que manter a postura, mesmo debaixo daquela chuva forte que formava rios de água que percorriam a rua.
Depois do soldadinho decidir que não pedia ajuda apareceram dois meninos que disseram:
- Um soldadinho de chumbo!!! Vamos fazer um barquinho de papel para ele viajar à volta do mundo.

Os dois meninos fizeram então um barquinho de papel e colocoram lá dentro o soldadinho de chumbo.
Os dois meninos empurraram o barquinho pela água, para este dar a volta ao mundo.
Enquanto o barquinho navegava com o soldadinho na água da chuva, os dois meninos corriam atrás dele, batiam palmas e gritavam.

Entretanto, o soldadinho de chumbo caiu para dentro de uma valeta e no esgoto encontrou uma ratazana. A ratazana correu atrás dele enquanto gritava:
- Tu aí!!! Tens passaporte?! Não passas sem passaporte!!!
A ratazana continuou atrás dele e bufava mostrando os seus grandes dentes afiados.
A água levou o soldadinho de chumbo para uma grande cascata que o levou até ao mar.
No mar, o barco do soldadinho de chumbo começou a desfazer-se e a afundar-se com o soldadinho de chumbo que entretanto foi engolido por um peixe.

Dentro da barriga do peixe estava muito escuro até que o soldadinho avistou uma luz e ouviu uma voz que lhe pareceu familiar...
A cozinheira cortou o peixe e para sua surpresa viu e reconheceu o soldadinho de chumbo na barriga do peixe, que tinha comprado na praça.
A cozinheira apressou-se a colocar o soldadinho em cima da mesa da sala e ao mesmo tempo pensava que o soldadinho tinha dado uma grande volta, até aquele peixe ter sido pescado.
O soldadinho de chumbo viu e reconheceu os mesmos brinquedos, o mesmo palácio, as mesmas crianças, a belíssima bailarina e, infelizmente, o mesmo duende.
De repente, por obra do duende ou não, o soldadinho foi atirado para a lareira por um dos meninos. Mas, subitamente uma rajada de vento atirou para junto do soldadinho a pequena bailarina e juntos os dois foram consumidos pelas chamas.
No dia seguinte, a cozinheira ao limpar a chaminé encontrou um coraçãozinho de chumbo e uma rosa de latejoulas.





terça-feira, 26 de outubro de 2010

Texto Dramático: A Borracha Cansada

TÍTULO: A Borracha Cansada

Personagens:
- A borracha
- O lápis com soluços
- A régua que tinha perdido os centímetros
- A caixa de lápis de cor descorados
- O médico

Cena 1

Cenário 1: Consultório médico com várias cadeiras (sala de espera, onde estão sentadas as personagens (borracha, lápis, régua e caixa de lápis).

Borracha: Meu Deus, nunca mais chega o médico! Ai, não aguento este cansaço que já não me deixa apagar quase nada.

Lápis com soluços: (soluçando) A senhora tem razão, o médico está muito atrasado. E estes soluços deixam-me de rastos.

Régua: Estes médicos hoje em dia atrasam-se sempre.
Que chatice! (chorando) Os meus centímetros desapareceram, e agora como vou eu medir?

Caixa de lápis de cor descorados: Vá lá, animem-se! Todos nós temos problemas na vida. Então eu que já marquei consulta há que tempo...
Os meus desenhos que antes eram coloridos, hoje são descorados... (mostra uma expressão triste)

Médico: (entrando no consultório muito apressado) Bom dia meus senhores e minhas senhoras! Desculpem o atraso mas este trânsito está caótico.

Cena 2

Cenário 2 - sala de consultas com uma secretária, trés cadeiras, uma maca e uma balança.

Médico:(à porta do consultório) S.Caixa de Lápis, pode entrar.
(senta-se á secretária)Por favor sente-se.Então o que se passa com a senhora.

Caixa de Lápis: Ai senhor doutor. Ando desesperada, porque perdi as minhas cores tão belas e os meus desenhos agora são descorados.

Médico: Ora isso é fácil de resolver.Tome estas vitaminas e apanhe muitos ares de praia.Faça exercícios e vá pintando, primeiro um pouco e leve e depois com mais força.(despachando a paciente) Aqui tem a sua receita.
Desejo as suas melhoras (despede-se da paciente com um aperto de mão à porta do consultório).
O paciente seguinte por favor.


Régua: Bom dia, dá liçenca Sr.Doutor.

Médico: Pode entrar D.Régua .De que se queixa a senhora?

Régua: Doutor eu antes media tudo muito bem, mas agora perdi os centímetros!

Médico: Parece-me um caso preocupante e difícil de resolver. Por favor aguarde um pouco na sala de espera, para que eu estude a solução para o seu problema.
(acompanha a régua á porta do consultório).

Médico: Sr. Lápis, por favor entre e sente-se.
O que o trás aqui hoje?

Lápis: (Soluçando) Veja Lá Sr. Doutor que eu não consigo parar de soluçar e só faço linhas tracejadas.

Médico: Já tenho a solução para o seu problema!(Levanta-se e dirige-se à sala de espera) Penso que encontrei a solução para a sua doença, D.ª Régua!

Régua: Ainda bem que encontrou a solução. Diga lá então qual é? (senta-se ao lado do Sr. Lápis).

Médico: O Sr. Lápis é a solução para si e a Sr.ª Régua é a solução para o Sr. Lápis.
(Os dois ficam espantados e curiosos, olham um para o outro).

Lápis: Pode explicar-nos melhor a sua solução?

Médico: É claro que sim. Os soluços do Sr. Lápis irão avivar os centímetros da D.ª Régua. E a D.ª irá ensinar o Sr. Lápis a desenhar direito.

(Demonstram muita felicidade a Régua e o Lápis).

Lápis e Régua: Muito obrigado, Sr. Doutor! (despedem-se do médico e saem abraçados)

Médico: Pode entrar Sra. Borracha. (enquanto a borracha entra e se senta)Então o que se passa consigo?

Borracha: Sinto-me gasta e já não consigo apagar como antes apagava.

Médico: Mas a senhora apagou imenso ao que sei. Uma vida inteira a apagar esgota qualquer um.

Borracha: Não aprendi a fazer outra coisa.

Médico: Pois agora descanse, pois está com um esgotamento.
A senhora precisa de férias. Está num risco muito grande.

Borracha: Risco grande! O que era isso dantes para mim.

Médico: Resguarde-se. É um aviso senão apaga-se de vez.

(A borracha dirige-se ao público.)

Borracha: Que triste vida a minha! Lá terei eu de repousar na minha secretária enquanto vejo os riscos traçados no papel. E para não perder o jeito lá vou eu apagando pontinho aqui, pontinho ali até ficar boa.

PELE

A pele é o maior órgão que temos, ela reveste todo o nosso corpo. É formada por duas camadas:


Epiderme - camada exterior, aqui se encontram os poros, pêlos e melanina (substância que dá a cor à pele)

Derme - camada interna, nesta camada encontramos os vasos sanguíneos, terminações nervosas ou nervos do tacto, glândulas sudoriparas e as glândulas sebáceas.

FUNÇÕES DA PELE

1- Revestimento - reveste to o nosso corpo

2- Protecção - protege o nosso corpo do ambiente exterior (choques, poeiras, sol, frio, micróbios e produtos químicos)

3- Excretora - o nosso corpo liberta o suor (substâncias tóxicas mais água) através da pele.