sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
A bandeira nacional está dividida em duas partes: a verde e a vermelha.
A verde significa a esperança dos portugueses no futuro.
A parte vermelha significa a coragem e o sangue derramado nas guerras por todos os portugueses ao longo dos séculos.
A esfera armilar, representa o mundo que os navegadores portugueses descobriram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e comércio.
O escudo das armas contém os sete castelos conquistados por D. Afonso Henriques aos mouros.
No centro, as cinco quinas simbolizam as chagas de Cristo, mostrando que Portugal é uma nação Cristã.
O HINO DA MONARQUIA
Hino da Carta (1834-1890)
A letra era a seguinte:
Ó Pátria, Ó Rei, Ó Povo,
Ama a tua Religião
Observa e guarda sempre
Divinal Constituição
(Coro)
Viva, viva, viva ó Rei
Viva a Santa Religião
Vivam Lusos valorosos
A feliz Constituição
A feliz Constituição
Ó com quanto desafogo
Na comum agitação
Dá vigor às almas todas
Divinal Constituição
(Coro)
Viva, viva, viva ó Rei
Viva a Santa Religião
Vivam Lusos valorosos
A feliz Constituição
A feliz Constituição
Venturosos nós seremos
Em perfeita união
Tendo sempre em vista todos
Divinal Constituição
(Coro)
Viva, viva, viva ó Rei
Viva a Santa Religião
Vivam Lusos valorosos
A feliz Constituição
A feliz Constituição
A verdade não se ofusca
O Rei não se engana, não,
Proclamemos Portugueses
Divinal Constituição
(Coro)
Viva, viva, viva ó Rei
Viva a Santa Religião
Vivam Lusos valorosos
A feliz Constituição
A feliz Constituição
O HINO NACIONAL
O hino português é um dos símbolos nacionais. O hino actual, A Portuguesa, foi composto em 1890 como canção patriótica, na sequência do Ultimato britânico (por causa da questão do "Mapa Cor de Rosa"). A início cantado por todos, depressa foi adoptado pelos republicanos, que fariam da composição de Alfredo Keil, com letra de Henrique Lopes de Mendonça, hino nacional após a implantação da República, em 5 de Outubro de 1910.
Centenário da República
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Os nossos resumos feitos com a colaboração dos nossos pais:
Em Portugal eram os Reis que governavam, nessa altura havia muitos escravos e muitas diferenças sociais, gente muito rica e outra muito pobre, a maior parte da população não sabia ler nem escrever e eram trabalhadores rurais.
Uns anos antes da revolução começaram alguns desentendimentos e esses acontecimemtos, deram esperança aos republicanos que seguiam muito atentos todos os passos dos monárquicos. E, a partir daí, começaram as manifestações de desagrado por parte do povo republicano.
Depois de muitos protestos republicanos sobre o actual regime, nessa altura aconteceu a revolução final que deu origem à Implantação da República em 5 de Outubro de 1910 e Portugal passou a ser governado por um regime republicano que se representa pelo Presidente da Republica e Primeiro Ministro. Actualmente vivemos num regime republicano democrático.
Ana Catarina Tavares
2010-10-06
No Século dezanove, os portugueses fizeram uma revolta porque viviam mal, o país tinha dívidas e não havia liberdade. Então mudaram para a República.
Na altura, havia um mapa cor-de-rosa, que definia a ocupação de Portugal nos territórios entre Angola e Moçambique.
A Inglaterra deixou um Ultimato: ou os portugueses saíam de Angola e Moçambique, ou os ingleses declaravam-lhes guerra.
O Governo de Portugal teve de aceitar.
Depois, de muito tempo, D. Carlos e o seu filho mais velho, Luís Filipe, foram assassinados. E o seu filho mais novo chamado D. Manuel II foi aclamado rei.
D. Manuel II fugiu para a Inglaterra com a sua família e ficou lá a viver, com a implantação da República.
O primeiro Presidente de Portugal eleito pelo povo foi Manuel de Arriaga.
Ana Sofia
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Ora com tantos filhotes muito tem a Leónia de escrever e por isso resolvemos dar uma ajudinha à nossa amiga e escrevemos esta bonita história.
Esperamos que ela e os seus filhos a achem deliciosa... :-)
O Sapo Cantor

Era baixo e bochechudo,
O nosso sapo Cantor,
Passava a vida a cantarolar
Lindas canções de amor.


Tinha uma fantástica banda.
No vale das Mil Maravilhas cantava o seu hino.
Dançava a minhoca dançarina eO grilo Tozé tocava o seu violino.

Decorria o Inverno,
A banda ensaiava bonitas canções
Estavam muito ansiosos
Por tocar, dançar e cantar no concerto das estações.
Mas num dia de frio muito frio,
Algo terrível aconteceu.
O sapo cantor apanhou um resfriado
E o coitado adoeceu.

A preocupação, o nervosismo e a tristeza instalaram-se,
Tinham um grande problema para resolver.
O sapo cantor ficou sem voz
E um novo cantor teriam de escolher.

Então a minhoca teve uma grande ideia,
E propôs aos amigos que fizessem audições,
Assim avaliavam e escolhiam o melhor cantor
Para substituir o sapo, no concerto das estações.
Muitos foram os concorrentes,
Não foi fácil a decisão,
Mas ao ouvirem a Joaninha Tagarela
Encantados ficaram e descobriram a solução.
Seguiram-se muitas horas de ensaio.
A Joaninha Tagarela estava muito entusiasmada.
Triste estava o pobre sapo,
Que não podia fazer nada.

Muito debilitado, o sapito resolveu
Ir ao consultório da Dr.ª Abelhuda.
Ela receitou-lhe o seu doce mel,
Que lhe colocou uma linda voz aguda.

Depressa o sapinho ficou curado
E um dueto fez com a Tagarelas.
O concerto foi um sucesso
Com as estrelinhas amarelas.
Palmas e vivas não faltaram.
Foi uma total euforia!
A banda do sapo um C.D gravou
E esta história acaba com muita alegria.

Também conhecemos a história de outra menina que ao contrário da Leónia, detestava livros.
Fica aqui para que vocês a conheçam.
Esperamos que gostem tanto dela como nós gostámos.






